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A Congregação

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vicente de Paulo 46 de 205 Copy{(Alguns representantes dos Fráteres no Brasil.)}

 

  

 

CONGREGAÇÃO DOS FRÁTERES DE NOSSA SENHORA,

 MÃE DE MISERICÓRDIA – CMM

 

A palavra "fráter" é latim e significa "irmão".

 

A Congregação dos Fráteres de Nossa Senhora Mãe de Misericórdia (CMM) foi fundada, em meados do século XIX, na Holanda, por Dom Joannes Zwijsen (1794-1877) que, na época, era pároco na cidade de Tilburg. Ficou particularmente preocupado com o crescente número de pessoas, sobretudo jovens, em situação de pobreza e risco. Inspirado em São Vicente de Paulo (1581-1660), “pai dos pobres”, preparou homens e mulheres para enfrentar essas situações de carência, dando, assim, início a duas Congregações Religiosas que colocou sob o patrocínio de Maria, Mãe de Misericórdia: as Irmãs de Caridade (1832) e os Fráteres (1844).

 

Os Fráteres iniciaram seu apostolado com um orfanato para meninos, em 1845. Logo surgiram outras iniciativas: uma pequena tipografia para imprimir livros escolares (1846), uma escola para meninos pobres (1850) e um Instituto de Formação para futuros educadores.

 

Sua fundação masculina era, originalmente, composta de clérigos e leigos que professavam os votos religiosos de comunhão de bens (“pobreza”), de celibato consagrado e obediência aos legítimos superiores, tendo em vista a liberdade evangélica e a disponibilidade para o anúncio do Reino de Deus.

 

Seguindo o costume de muitas Congregações do século XIX, a Congregação dos Fráteres concedeu um lugar especial à Maria, vendo nela a “face feminina de Deus” e exemplo supremo de seguimento de Cristo e serviço ao Evangelho.

 

 

 

 

 

 O ESPÍRITO DA CONGREGAÇÃO

 

 

Os Fráteres cultivam os ideais evangélicos de MISERICÓRDIA e FRATERNIDADE. Na sua vida procuram tornar-se  verdadeiros “irmãos misericordiosos”, tendo diante de si a pessoa histórica de Jesus que passou pelo mundo fazendo o bem, com nítida preferência para os pequenos, pobres, pecadores, excluídos ou socialmente marginalizados.

 

Os Fráteres acreditam na força regeneradora do “Movimento da Misericórdia”, capaz de criar um mundo novo, uma sociedade justa e fraterna, onde há vida para todos (cf. Jo 10,10). Orientam-se pela palavra de Jesus sobre a misericórdia: “O que fizerdes a um desses meus irmãos mais pequenos, a mim o fizestes”(Mt 25,40).

 

Em 1842 o Fundador foi nomeado bispo. No seu brasão episcopal inscreveu as palavras: “Mansuete et Fortiter”, cujo significado é “com mansidão e força”, na realidade dois aspectos complementares da misericórdia.

  

 

O MOVIMENTO DA MISERICÓRDIA

 

 

Consta de quatro elementos interligados:

VER: com realismo o sofrimento existente.

COMOVER-SE: deixar-se tocar interiormente pela miséria encontrada.

MOVER-SE: entrar em ação, solidarizando-se.

PROMOVER: fazer com que seja restabelecida a vida ameaçada, tanto ao nível de pessoas quanto ao planeta Terra, com sua rica variedade de seres vivos, pois todos têm direito inalienável à vida e à vida plena!

   

 

PRESENÇA DA CONGREGAÇÃO NO MUNDO

 

 

Embora fundada nos Países Baixos, a Congregação logo começou a espalhar-se para outros países e continentes.

 

Na cidade de Tilburg (sul da Holanda) encontra-se a Casa Generalícia, ou seja a sede do Governo Geral da Congregação. Internacionalmente há uma divisão em ‘províncias” (Holanda, Indonésia, Quênia) e “regiões” (Brasil, Timor Leste, Namíbia).

 

 

A PRESENÇA DA CONGREGAÇÃO NO BRASIL:

 

Durante uma viagem ao Brasil (6 de março a 3 de abril de 1960) o então Superior Geral da Congregação, Fráter Novatus Vinckx (1915-2007) acompanhado pelo Frater Franciscus de Paula van Dieten (1899-1985), visitaram os Padres dos Sagrados Corações, em Belo Horizonte. Nessa ocasião foi feito um convite para a Congregação assumir uma Escola iniciada na Paróquia do Bairro Padre Eustáquio. Foi o modesto início de uma obra grandiosa que seria o futuro “Colégio Padre Eustáquio” no Bairro do mesmo nome da Capital mineira. 

O convite foi oficialmente formulado em março daquele ano e, no mês de dezembro, chegaram os primeiros Fráteres, os “pioneiros” da nova fundação: Inocêncio Staats (1923- 2012 ), Everardo Huiskamp (1926-2006), Leonis Puts (1917-1997), Inácio Beijers (1936) e Cristino Gemen (1936-2015). De 1961 a 1963 chegaram mais quatro fráteres, entre os quais Frater Nicácio Huiskamp (1931). 

Em 14 de fevereiro de 1962, a comunidade se estabeleceu no antigo convento dos padres, à Rua Padre Eustáquio, enquanto o “ginásio” (como era chamado na época) começou a funcionar, no mesmo quarteirão, nas instalações do prédio de um grupo escolar estadual em condições precárias. As matrículas começaram no dia 2 de janeiro de 1962, estendendo-se até o dia 26 daquele mês. O início do ano letivo foi marcado para o dia 2 de março de 1962, data que pode ser considerada como a fundação do atual Colégio Padre Eustáquio. Até o ano de 1968 eram admitidos apenas alunos do sexo masculino.

As atividades da Congregação no Brasil não se limitaram ao Colégio de Belo Horizonte. Surgiram muitas outras “obras”, tanto na Capital de Minas como em outros municípios mineiros, entre as quais acolhimento e acompanhamento de crianças e jovens em situação de risco; um Centro de Espiritualidade; pastoral familiar; serviços paroquiais; cursos para leigos; pastoral carcerária. O importante não são as “obras” em si, mas o espírito que as sustêm e vitaliza: ser “movido pela misericórdia” e inspirado pela compassividade evangélica!

 

 

Para maiores informações ver os sites: www.cmmbrothers.org   e www.retirovicentedepaulo.com.br

CONGREGAÇÃO DOS FRÁTERES DE NOSSA SENHORA,

 MÃE DE MISERICÓRDIA – CMM

 

A palavra "fráter" é latim e significa "irmão".

 

A Congregação dos Fráteres de Nossa Senhora Mãe de Misericórdia (CMM) foi fundada, em meados do século XIX, na Holanda, por Dom Joannes Zwijsen (1794-1877) que, na época, era pároco na cidade de Tilburg. Ficou particularmente preocupado com o crescente número de pessoas, sobretudo jovens, em situação de pobreza e risco. Inspirado em São Vicente de Paulo (1581-1660), “pai dos pobres”, preparou homens e mulheres para enfrentar essas situações de carência, dando, assim, início a duas Congregações Religiosas que colocou sob o patrocínio de Maria, Mãe de Misericórdia: as Irmãs de Caridade (1832) e os Fráteres (1844).

 

Os Fráteres iniciaram seu apostolado com um orfanato para meninos, em 1845. Logo surgiram outras iniciativas: uma pequena tipografia para imprimir livros escolares (1846), uma escola para meninos pobres (1850) e um Instituto de Formação para futuros educadores.

 

Sua fundação masculina era, originalmente, composta de clérigos e leigos que professavam os votos religiosos de comunhão de bens (“pobreza”), de celibato consagrado e obediência aos legítimos superiores, tendo em vista a liberdade evangélica e a disponibilidade para o anúncio do Reino de Deus.

 

Seguindo o costume de muitas Congregações do século XIX, a Congregação dos Fráteres concedeu um lugar especial à Maria, vendo nela a “face feminina de Deus” e exemplo supremo de seguimento de Cristo e serviço ao Evangelho.

 

 

 

 

 

 O ESPÍRITO DA CONGREGAÇÃO

 

 

Os Fráteres cultivam os ideais evangélicos de MISERICÓRDIA e FRATERNIDADE. Na sua vida procuram tornar-se  verdadeiros “irmãos misericordiosos”, tendo diante de si a pessoa histórica de Jesus que passou pelo mundo fazendo o bem, com nítida preferência para os pequenos, pobres, pecadores, excluídos ou socialmente marginalizados.

 

Os Fráteres acreditam na força regeneradora do “Movimento da Misericórdia”, capaz de criar um mundo novo, uma sociedade justa e fraterna, onde há vida para todos (cf. Jo 10,10). Orientam-se pela palavra de Jesus sobre a misericórdia: “O que fizerdes a um desses meus irmãos mais pequenos, a mim o fizestes”(Mt 25,40).

 

Em 1842 o Fundador foi nomeado bispo. No seu brasão episcopal inscreveu as palavras: “Mansuete et Fortiter”, cujo significado é “com mansidão e força”, na realidade dois aspectos complementares da misericórdia.

  

 

O MOVIMENTO DA MISERICÓRDIA

Consta de quatro elementos interligados:

VER: com realismo o sofrimento existente.

COMOVER-SE: deixar-se tocar interiormente pela miséria encontrada.

MOVER-SE: entrar em ação, solidarizando-se.

PROMOVER: fazer com que seja restabelecida a vida ameaçada, tanto ao nível de pessoas quanto ao planeta Terra, com sua rica variedade de seres vivos, pois todos têm direito inalienável à vida e à vida plena!

   

 

PRESENÇA DA CONGREGAÇÃO NO MUNDO

 

 

Embora fundada nos Países Baixos, a Congregação logo começou a espalhar-se para outros países e continentes.

 

Na cidade de Tilburg (sul da Holanda) encontra-se a Casa Generalícia, ou seja a sede do Governo Geral da Congregação. Internacionalmente há uma divisão em ‘províncias” (Holanda, Indonésia, Quênia) e “regiões” (Brasil, Timor Leste, Namíbia).

 

 

A PRESENÇA DA CONGREGAÇÃO NO BRASIL:

 

Durante uma viagem ao Brasil (6 de março a 3 de abril de 1960) o então Superior Geral da Congregação, Fráter Novatus Vinckx (1915-2007) acompanhado pelo Frater Franciscus de Paula van Dieten (1899-1985), visitaram os Padres dos Sagrados Corações, em Belo Horizonte. Nessa ocasião foi feito um convite para a Congregação assumir uma Escola iniciada na Paróquia do Bairro Padre Eustáquio. Foi o modesto início de uma obra grandiosa que seria o futuro “Colégio Padre Eustáquio” no Bairro do mesmo nome da Capital mineira. 

O convite foi oficialmente formulado em março daquele ano e, no mês de dezembro, chegaram os primeiros Fráteres, os “pioneiros” da nova fundação: Inocêncio Staats (1923- 2012 ), Everardo Huiskamp (1926-2006), Leonis Puts (1917-1997), Inácio Beijers (1936) e Cristino Gemen (1936-2015). De 1961 a 1963 chegaram mais quatro fráteres, entre os quais Frater Nicácio Huiskamp (1931). 

Em 14 de fevereiro de 1962, a comunidade se estabeleceu no antigo convento dos padres, à Rua Padre Eustáquio, enquanto o “ginásio” (como era chamado na época) começou a funcionar, no mesmo quarteirão, nas instalações do prédio de um grupo escolar estadual em condições precárias. As matrículas começaram no dia 2 de janeiro de 1962, estendendo-se até o dia 26 daquele mês. O início do ano letivo foi marcado para o dia 2 de março de 1962, data que pode ser considerada como a fundação do atual Colégio Padre Eustáquio. Até o ano de 1968 eram admitidos apenas alunos do sexo masculino.

As atividades da Congregação no Brasil não se limitaram ao Colégio de Belo Horizonte. Surgiram muitas outras “obras”, tanto na Capital de Minas como em outros municípios mineiros, entre as quais acolhimento e acompanhamento de crianças e jovens em situação de risco; um Centro de Espiritualidade; pastoral familiar; serviços paroquiais; cursos para leigos; pastoral carcerária. O importante não são as “obras” em si, mas o espírito que as sustêm e vitaliza: ser “movido pela misericórdia” e inspirado pela compassividade evangélica!

Para maiores informações ver os sites: www.cmmbrothers.org   e www.retirovicentedepaulo.com.br

 


 

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